Babá e Celular: Como estabelecer limites saudáveis para as crianças e para a profissional
- Anna Karolina Ribeiro

- 29 de jan.
- 2 min de leitura
Vivemos na era da hiperconectividade, e o gerenciamento das telas é um dos maiores desafios modernos dentro das residências. Quando contratamos uma babá, essa preocupação se desdobra em duas vertentes: o uso de telas pela criança (tablet, TV) e o uso do celular pessoal pela própria profissional durante o expediente. Estabelecer regras claras desde o início é a única forma de evitar conflitos e garantir a qualidade do cuidado.

Telas para a Criança: Seguindo as Diretrizes de Saúde
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda zero telas para crianças menores de 2 anos e tempo limitadíssimo para as maiores. A babá deve ser a guardiã dessas regras na ausência dos pais. É muito fácil ligar a TV para a criança ficar quieta, mas uma babá profissional sabe que seu papel é engajar a criança no mundo real. Deixe claro quais são os programas permitidos e a duração máxima. Se possível, ofereça alternativas: deixe livros, jogos e materiais de pintura acessíveis para que a babá tenha recursos para entreter a criança offline.
O Celular da Babá: Etiqueta e Segurança
É irrealista proibir totalmente o celular, mas é necessário impor limites profissionais. O contrato ou acordo verbal deve estipular que o uso de redes sociais e mensagens pessoais deve ficar restrito aos momentos de descanso da babá (horário de almoço, por exemplo).
Enquanto a criança está acordada, ativa e demandando atenção, o foco deve ser total nela. Uma babá distraída no WhatsApp no parquinho não vê a criança correndo para a rua ou colocando algo perigoso na boca.
Comunicação e Monitoramento
Por outro lado, a família deve fornecer meios de comunicação.
O ideal é que a Babá use o seu próprio celular em dias que precisa estar atenta à ligações de suma urgência ou em momentos de descanso e intervalo.
Se a babá não pode usar o celular dela, deve haver um telefone fixo ou um aparelho da casa para emergências e contato com os pais.
O uso de câmeras de monitoramento é um direito do empregador (desde que avisado à funcionária), mas a confiança mútua e o diálogo franco sobre as expectativas costumam ser mais eficazes que a vigilância pura.
Uma conversa honesta: "Preciso que você esteja 100% presente com meu filho" costuma surtir efeito quando dita com respeito e firmeza.
Profissionalismo é nosso lema. Se você busca babás focadas no cuidado real e dispostas a seguir as regras da sua casa, você está no lugar certo.
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